Artigos do último trimestre

Vergonha e indignação

José Manuel Castanho Paes

A propósito do roubo de material militar dos paióis de Tancos.

 

 

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28/07/2018

A Cimeira da NATO

Alexandre Reis Rodrigues

 

Nem tudo correu mal na Cimeira da NATO. Trump, ao provocar a exposição das fragilidades do atual relacionamento transatlântico, contribuiu para consolidar, na opinião pública europeia, a ideia de que aos europeus não resta senão assumirem, como primeiros responsáveis, a sua própria defesa e segurança.

 

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15/07/2018

A cimeira de Singapura

Alexandre Reis Rodrigues

 

Kim Jong Un, no passado recente, deu alguns sinais de querer começar a abrir o país ao mundo, mas será difícil acreditar que, no curto e médio prazo, o regime coreano venha a desistir do arsenal nuclear, depois de mais de uma década de enormes esforços para o conseguir, extraordinários custos e a manutenção da população privada dos mais elementares direitos humanos.

 

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17/06/2018

A cimeira entre Trump e Kim Jong Un

Alexandre Reis Rodrigues

 

Regra geral, o mundo encara a cimeira Trump-Kim Jong Un como um desenvolvimento positivo. No imediato, afasta o espetro de guerra de que se esteve bastante perto. Mas muitos discutem, com justificada preocupação, os riscos que corre a credibilidade dos EUA, quer por défice de consistência das políticas relativas ao problema coreano, quer por falhas nas garantias dadas aos aliados e amigos na região de que nunca seria permitido a Coreia vir a ter um arsenal nuclear.

 

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05/06/2018

O acordo nuclear com o Irão e as exigências dos EUA

Alexandre Reis Rodrigues

 

Compreendem-se as preocupações europeias com a possibilidade de Teerão retirar-se do acordo, ficando livre de prosseguir o seu programa nuclear sem qualquer controlo da AIEA. Mas essa preocupação não pode deixar de ser ponderada com a preocupação alternativa de não se pôr qualquer limite às ambições regionais de Teerão.

 

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24/05/2018

Irão e Coreia do Norte, o mesmo tipo de problema?

Alexandre Reis Rodrigues

 

O caso do Irão está a passar por uma onda de pessimismo que se agravará com a possibilidade de os EUA abandonarem o acordo nuclear, desfecho que os europeus, regra geral, não apoiam e a que Teerão reage de forma muito desafiante, não excluindo, entre outras medidas, a possibilidade de abandono do Acordo de Proliferação Nuclear. Ao contrário do que acontece com o Irão, o que domina o ambiente com a Coreia do Norte é uma onda de otimismo, não obstante as suas bases não terem um mínimo de consistência. Na melhor hipótese, trata-se apenas de um primeiro passo de um novo caminho que demorará anos a percorrer e em que ninguém espera progresso para o curto prazo.

 

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08/05/2018

A intervenção militar na Síria. Para que serviu?

Alexandre Reis Rodrigues

 

A recente intervenção militar na Síria, pela coligação que os EUA lideraram, não serviu para muito. Quase para nada como tentativa de orientar o equilíbrio regional no sentido de uma maior estabilidade. Mas, mesmo assim, quando olhada como um esforço de fazer observar uma norma a que a comunidade internacional aderiu, acabou por ser uma decisão correta. Pena é que não tenha sido consistente em todos os casos de violação do tratado de proibição do uso de armas químicas.

 

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26/04/2018

A América da verdade

João Bargão dos Santos

 

A América, a tal grande América dos “sonhos”, como um dos países mais ricos do mundo e a primeira potência militar, ainda não resolveu a hipocrisia e, sobretudo, a ingratidão com que os Americanos seguem os seus Veteranos de Guerra, em especial, os “sem abrigo”, muito semelhante, aliás, à forma como lidam com os milhares de refugiados e indigentes, que proliferam no País.  

 

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17/04/2018

O encontro Trump-Kim Jong Un

Alexandre Reis Rodrigues

 

Que se pode esperar do anunciado encontro entre Trump e Kim Jong Un? Certamente, nada próximo do que cada parte pretende alcançar. Talvez, quando muito, uma moratória sobre os testes nucleares e de mísseis balísticos por troca com uma redução das atividades militares americanas na região. Ou seja, apenas um passo num caminho que será longo e sinuoso, sob a forma de um “jogo” pensado, pelo lado chinês e norte coreano, para preservar o interesse mútuo de cooperação estratégica, afastar da região os EUA e deixar Pequim de novo com um papel central em negociações futuras.

 

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10/04/2018

As Forças Armadas, os recursos humanos, o mito e a realidade

Fernando de Melo Gomes

 

Os menos de 25.000 efetivos que as Forças Armadas têm hoje, materializam uma redução de mais de 60% em duas décadas e já não preenchem as necessidades do Sistema de Forças aprovado.

 

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09/04/2018

Forças Armadas. A reflexão e o debate público que não se fazem

João Bargão dos Santos

 

No âmbito da Comissão Nacional de Defesa vai realizar-se (quarta-feira, 28 de março) na Sala do Senado da Assembleia da República uma conferência sobre “Recrutamento Militar dificuldades e desafios”. A questão que se pode desde já colocar, é saber se é possível, discutir formas de recrutamento e admitir desafios para a sua qualificação, se não se iniciar primeiramente a discussão sobre a definição do “modelo de serviço militar” que devemos ter para o País.

 

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27/03/2018

De novo a Guerra Fria

Alexandre Reis Rodrigues

 

No seu recente discurso à nação, Putin tentou deixar a ideia de que a Rússia tem hoje um conjunto de meios que tornam ineficaz o escudo de proteção antimíssil americano. Embora possa transparecer desta nova realidade uma ideia de algum atraso dos EUA nesta nova corrida aos armamentos, considera-se que as novas capacidades russas não alteram a equação de dissuasão nuclear a que se deve o equilíbrio estratégico entre as duas potências. Reduzem, no entanto, as expectativas que se depositam no regime de controlo e redução de armamentos, como fator de que depende, também em parte importante, a estabilidade de relações e a confiança mútua.

 

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15/03/2018

"Sharp power", como forma de exercer influência

Alexandre Reis Rodrigues

 

As circunstâncias que permitiram à Europa ser a região do mundo onde o regime de democracia liberal, e a ordem internacional que lhe está associada, melhor se encontram consolidados, estão sob risco de alteração profunda. Já não chega estar alertado. Vai ser necessária uma postura nova, à altura dos desafios.

 

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25/02/2018

Davos e o regresso à geopolítica

Alexandre Reis Rodrigues

 

O Fórum Económico de Davos mostrou que, no imediato, tudo parece estar a correr bem. A economia mundial continua a crescer (3,2% em 2016, 3,7% em 2017, previsto 3,9% para 2018), mas as perspetivas não são otimistas. Começa-se a falar de sinais de que alguma tempestade possa estar a caminho e nem todos se encontram preparados para o embate. Aprofunda-se o ceticismo de muitos economistas que não reconhecem este crescimento como sustentável e que se mostram preocupados em não ver qualquer progresso na procura de fazer chegar os benefícios da globalização a todos e de forma mais equilibrada.

 

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05/02/2018